Crónicas da Ciência Proibida 2
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Crónicas da Ciência Proibida 2
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Muito bem escrita a crônica, Britan! Parabéns pela iniciativa!
A sua idéia de um acobertamento faz sentido, mas deve-se ter em mente que não são os militares quem espalham o boato de avistamento ou contato, mas sim as populações atingidas.
Parte do povo para os quartéis, e não o contrário. Especialmente os acontecimentos que desencadearam esta Operação Prato.
O mesmo se deu com Roswell; foi um fazendeiro o primeiro a dar o alarme.
No mais, muito bom texto!
A sua idéia de um acobertamento faz sentido, mas deve-se ter em mente que não são os militares quem espalham o boato de avistamento ou contato, mas sim as populações atingidas.
Parte do povo para os quartéis, e não o contrário. Especialmente os acontecimentos que desencadearam esta Operação Prato.
O mesmo se deu com Roswell; foi um fazendeiro o primeiro a dar o alarme.
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A ideia parte da iniciativa militar que induz na vox pop a noticia.Euzébio escreveu:Muito bem escrita a crônica, Britan! Parabéns pela iniciativa!
A sua idéia de um acobertamento faz sentido, mas deve-se ter em mente que não são os militares quem espalham o boato de avistamento ou contato, mas sim as populações atingidas.
Parte do povo para os quartéis, e não o contrário. Especialmente os acontecimentos que desencadearam esta Operação Prato.
O mesmo se deu com Roswell; foi um fazendeiro o primeiro a dar o alarme.
No mais, muito bom texto!
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Estamos a falar de coisas dispares EddyEddy escreveu:Otima iniciativa, mas a minha questão e a seguinte. E nos casos da antiguidade, onde nao haviam forças armadas nesse sentido? A verdade é que sempre houve esse tipo de acontecido, mas de tempos em tempos, tentamos encontrar respostas coerentes a nossa realidade e evolução, amigo Britan.
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Voce leu?
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Espalhar um boato numa populaçãozinha não é assim tão dificil, depois se lançarem outros boatos que dizem que eles mesmo estão a tentar esconder o caso então o caso arrebenta, mas lá esta é só uma teoria
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Britan escreveu:Voce leu?
Huahuahauhauhauha!Eddy escreveu:Não...

Boa observação, Zé! Boa mesmo!! Não tinha pensado nisso.Euzébio escreveu: sua idéia de um acobertamento faz sentido, mas deve-se ter em mente que não são os militares quem espalham o boato de avistamento ou contato, mas sim as populações atingidas.
Mesmo assim, pode ser que o exército faça algum teatrinho para dar no que falar entre os populares.
NÃO HÁ DEUS. NEM DESTINO. NEM LIMITE.
SEM FÉ, SOU LIVRE.
Se um Homem começar em certezas / ele terminará em dúvidas.
Mas se ele se contentar em começar com dúvidas / ele deve terminar em acertos (Francis Bacon)

Se um Homem começar em certezas / ele terminará em dúvidas.
Mas se ele se contentar em começar com dúvidas / ele deve terminar em acertos (Francis Bacon)
Os militares eu não sei, mas acho que nos EUA há uma forte influência no povo por parte dos departamentos policiais e investigativos, tais como a CIA e outros. E acho que também há influência militar sim.
Lá, boa parte do povo acredita no que o Bush diz, então fica mais fácil ainda acreditar nos outros
. Um exemplo disso é a própria guerra que está acontecendo no Iraque. "War on Terror" uma ova, é "War for Oil", isso sim.
Lá, boa parte do povo acredita no que o Bush diz, então fica mais fácil ainda acreditar nos outros

Para que outros "Eddy"s não levem + na cabeça, trouxe p/ cá.
Clap,clap,clap Parabens Britan, na minha opinião a hipotse do ano.já havia pensado em algo semelhante (eles fazem suas "sujeiras" e jogam a culpa no inatingivel) agora vamos "tapar os "inevitaveis" buracos nela.Começo com a pergunta:pq o suicidio do Coronel Uirangê Holanda?o cara era louco e teria de "perpetrar" a mentira? Ou a conciêcia pesou e o cara não suportou o "nariz grande/a cara de pau"?bom se jogarmos a culpa em "loucos" eliminamos essa pergunta alguem tem + alguma p/ fazer?Crônicas da Ciência Proibida - Parte 2: Um outro lado
Autor: Ricardo Britan britan@vigilia.com.br
Data: 13/12/2006 - Horário: 15h00min
Em 1998, enquanto estudava alguns casos de manifestação do fenômeno OVNI na América do Sul, “saltou-me” uma entrevista com o Coronel Uirangê Holanda, da Força Aerea Brasileira.
Holanda relatava toda a sua experiência na investigação de objectos voadores que pairavam e assustavam populações inteiras no interior do Brasil, em 1977. Parecia assustado, por um lado, este oficial da F.A.B; estava na reforma e possuia uma vontade enorme de “contar tudo”. Mais tarde cometeria suicidio.
Estavam reunidos todos os ingredientes para que me apaixonasse pelo caso e fui à procura de mais fontes e visões sobre o mesmo. De repente, um enorme “manacial” de informações saltava nos jornais brasileiros e imortalizava-se a Operação Prato.
Isto chamou à berlinda investigadores como Jaques Vallée, que estiveram no local. Eles foram até a Amazônia, às localidades onde as pessoas diziam ter sido “queimadas” e “perseguidas” por objectos voadores que não conseguiam identificar. Pesquisaram “in loco”, falaram com moradores, tiveram acesso a documentos, falaram com o Exército e a Força Aérea Brasileira e, no fim, voltaram com um “diz-que-disse” sem qualquer prova concreta do que supostamente se teria passado.
Comparei este caso, no que se refere à comunicação militar com o exterior, com outros ocorridos tanto nos EUA quanto Argentina, Venezuela etc. Todos tinham algo em comum:
1 – Primeiramente foram avistados um ou mais objectos voadores não identificados pelas populações.
2 – Em muitos dos casos os populares falam em “seres”.
3 – Verifica-se uma enorme agitação militar em torno de tudo isto.
O que há de concreto em tudo isto e que podemos provar sem margem para dúvida?
A agitação militar.
Tal como por exemplo em Roswell, as agências militares:
1 – Aparecem numa determinada localidade e alguém ligado fala em algo estranho mas sem revelar identidade.
2 - Altas patentes apressam-se a desmentir
3 – Há uma fuga de informação onde, ao que consta, os militares estarão a tentar “abafar” o caso.
4 – Desaparecem ou são ameaçadas pessoas; maioritariamente nunca chegamos a saber quem são.
5 – Algumas patentes inferiores que não querem se identificar dizem possuir “segredos” e que estão ameaçadas se o fizerem.
6 – Jornalistas ficam loucos com “o furo”
7 – Grupos ovnilógicos surgem por todo o lado com dezenas de teorias até se unirem em torno de uma só e temos contra-informação pura em marcha.
8 - Cria-se uma mitificação que de tempos em tempos ressurge como se para “manter a fogueira acesa”
9 – Na realidade e em concreto nunca nada é realmente provado a não ser na crença de uns ou no negócio de outros.
Quem sai impune disto tudo? Quem é acusado mesmo assim de perseguir ET's? Quem não se importa minimamente com isso?
A resposta : As forças armadas.
Pelo que sei, perto de onde todos esses episódios ocorreram, sempre existe uma base das forças armadas.
Juntando tudo isto posso ser levado a pensar que as forças armadas utilizaram mais uma vez a desculpa extraterrestre, fantasmagórica, mítica e conspiracionista, para esconder alguma coisa. Nenhum objecto ou ser extraterrestre poderá na verdade ter sido encontrado, a asneira estava encoberta e enquanto andassem ovnilogistas às voltas com ovnis imaginários, alguém do outro lado da mesa respiraria de alivio. Ponto final.
Deixo uma hipotese: Assim como na famigerada Area51 onde o exército norte-americano produz novas armas e técnicas de combate com as mesmas, terão este tipo de testes sido realizados na Amazônia? Terão as populações sido as visadas? Terá mais uma vez esta técnica de contra-informação sido utilizada pelos serviços secretos para deixar impune acções praticadas directamente sobre populações? Este método já anteriormente foi usado e com sucesso noutros países e sobre populações de baixos níveis culturais, o que facilita, depois, as teorias de conspiração. Será a Operação Prato mais uma? É um cenário que, hipoteticamente, podemos supor, é tanto ou mais plausível que a versão ET.
Neste caso o cerne da questão estará em alinhavar conhecimentos e informações válidas que ajudem a afastar este tipo de casos e nos ajude a focar o interesse no estudo dos fenomenos aereos não identificados.
Uma reflexão mais profunda sobre estes poderemos voltar a abordar nas próximas crônicas; livres, sim, mas refletindo sobre uma ciência ainda proibida.
Ricardo Britan
*O autor Ricardo Britan, de Matosinhos, Portugal, é Formado em Fotografia e Técnicas de Produção Multimídia e moderador do Fórum e co-editor do Portal/Revista Vigília.
Penso que o Capitão se suicidou exatamente por não poder levar adiante suas pesquisas sobre o caso. Ou por ter desvendado muito do mesmo e não poder divulgar suas descobertas ufológicas.
Eu fico imaginando o tremendo desgosto que deve dar saber coisas assim e ser proibido de as divulgar...
Eu fico imaginando o tremendo desgosto que deve dar saber coisas assim e ser proibido de as divulgar...
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