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Operação secreta teria atraído orbes em base militar dos Estados Unidos

Reportagem detalha operação secreta do ODNI para supostamente atrair "orbes" misteriosos em base militar, com fotos desclassificadas e conexão com briefings confidenciais do Congresso dos EUA

Dois objetos (ou um, com dois focos de calor) registrados em suposta operação de atração de UAPs (orbes) Imagem: https://war.gov/UFO / Release 01 / foto 18

Dois objetos (ou um, com dois focos de calor) registrados em suposta operação de atração de UAPs (orbes) Imagem: https://war.gov/UFO / Release 01 / foto 18

Segundo reportagem publicada pelo Liberation Times em 12 de julho de 2026, o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI) teria conduzido uma operação bem-sucedida de “isca” para atrair Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP) sobre uma instalação de testes governamental sensível no sudoeste dos Estados Unidos.

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A revelação foi trazida a público por Jordan Flowers, diretor executivo da Disclosure Foundation, que sintetizou dados de documentos governamentais recentemente liberados com declarações públicas de membros do Congresso para descrever uma incursão ocorrida no final de 2025 que teria produzido evidências classificadas como “incontestáveis”.

A operação, descrita como um esforço deliberado para documentar e gravar esses objetos em um cenário controlado, teria resultado na captura de vídeos em infravermelho (FLIR) e fotografias de orbes que interagiram com aeronaves militares. Flowers afirmou em entrevista à CBS News que “este evento foi descrito como uma prova incontestável de que existe um fenômeno real aqui e como uma razão central pela qual os esforços de transparência aceleraram nos últimos meses”.

A análise dos documentos sugere que órgãos como o AARO e o ODNI não apenas reconhecem o fenômeno, mas possuiriam métodos comprovados para atraí-lo.

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Os documentos oficiais revelam detalhes da incursão

A narrativa dos eventos encontra respaldo em dois documentos governamentais específicos, liberados sob a iniciativa de transparência de UAP do governo Trump. Curiosamente, o cenário completo está espalhado em dois lotes: o primeiro, de 8 de maio de 2026, e o segundo, de 22 de maio do mesmo ano.

Eles detalham a experiência de uma autoridade sênior da inteligência norte-americana. O primeiro registro é um formulário FBI 302, que consiste em um relatório de entrevista realizado por agentes federais com uma testemunha ocular de alto escalão. O segundo documento, intitulado ODNI-UAP-D001, apresenta um relato em primeira pessoa de um oficial que estava a bordo de um helicóptero durante a missão de investigação em uma zona de testes militar no oeste do país.

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Parte do documento liberado no “Release 01” da iniciativa Pursue

De acordo com os registros, o oficial sênior era passageiro em um helicóptero que partiu de um Centro de Operações Conjuntas para investigar ruídos incomuns e relatos de orbes brilhantes que haviam sido avistados nas noites anteriores. A equipe, composta por dois pilotos e outro oficial, passou várias horas sobrevoando uma cordilheira em baixa altitude em busca de destroços que pudessem explicar os avistamentos. Durante a busca, encontraram apenas fragmentos de foguetes antigos e projéteis resultantes de décadas de testes de armas, além de uma entrada de caverna maciça cujo fundo não era visível da aeronave.

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O cenário mudou drasticamente após o anoitecer, quando o helicóptero, já reabastecido e operando com visão noturna e câmeras infravermelhas, foi direcionado para uma área onde novas detecções foram relatadas. O oficial de inteligência descreveu o que se seguiu como “uma série de encontros próximos com UAPs que duraram mais de uma hora”, marcados por manobras que desafiavam a tecnologia convencional. Observadores em solo equipados com sensores térmicos relataram a presença de um orbe superaquecido pairando próximo ao terreno antes de acelerar e se dividir em dois objetos distintos.

A precisão do relato oficial destaca que um dos orbes percorreu cerca de 20 milhas em uma velocidade que o helicóptero foi incapaz de acompanhar, chegando a se aproximar a apenas dez pés da aeronave. Os pilotos, utilizando óculos de visão noturna, confirmaram a presença do objeto e observaram algo menor emergindo das esferas principais antes de disparar em outra direção. A complexidade do evento e a quantidade de sensores envolvidos confeririam ao caso um peso documental raramente visto em registros públicos de ufologia militar.

Manobras táticas e formações geométricas no céu

O encontro atingiu seu ápice quando o Centro de Operações Conjuntas informou à tripulação do helicóptero sobre a presença de cinco caças de combate realizando uma missão de treinamento nas proximidades. O oficial de inteligência relatou ter avistado inúmeras luzes alaranjadas movendo-se contra as montanhas, uma exibição que durou vários minutos antes de desaparecer. Pouco depois, dois grandes orbes de formato oval, com centros amarelados, surgiram pairando diretamente acima das pás do rotor do helicóptero, emitindo luz em todas as direções.

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A formação das luzes tornou-se ainda mais complexa quando novos orbes surgiram sob o par original, organizando-se em um padrão geométrico definido. O oficial escreveu em seu depoimento: “Após alguns segundos, um terceiro orbe brilhou abaixo do par, seguido por um quarto abaixo desse, formando um total de quatro ou cinco em uma formação em T sob os dois originais”. Os objetos permaneceram visíveis por cerca de 15 segundos antes de desaparecerem gradualmente na ordem inversa em que surgiram, deixando a tripulação em um estado de perplexidade.

A interação dos orbes com os caças militares foi um dos pontos mais alarmantes relatados pelo oficial, que descreveu as luzes parecendo perseguir as aeronaves de alta performance. Formações horizontais de orbes surgiram uma a uma, emparelhando-se com a velocidade e direção dos jatos enquanto estes realizavam manobras de descida para o pouso. Esse comportamento de acompanhamento tático sugere uma intenção deliberada de observação ou interceptação por parte dos objetos, o que foi corroborado por múltiplos testemunhos federais e sensores em solo.

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos listou 24 imagens relacionadas a este exercício, das quais seis foram publicamente reproduzidas, mostrando objetos circulares escuros capturados por dispositivos de visão noturna.

Embora os documentos oficiais evitem o termo “operação de isca”, eles mencionam a conclusão de um teste bem-sucedido realizado por um escritório governamental cujo nome permanece redigido. A conexão direta entre o teste secreto e o surgimento imediato dos fenômenos reforça a tese de que os militares aprenderam a estimular a manifestação dos UAPs.

O papel dos legisladores e a confirmação de briefings

As alegações de Jordan Flowers sobre a natureza deliberada do evento ecoam comentários feitos pelo congressista republicano Eric Burlison, que em entrevista anterior mencionou ter sido informado sobre um cenário projetado para atrair os objetos. Burlison declarou:

“Fui informado sobre um evento que ocorreu onde eles basicamente tentaram estabelecer um cenário de caso perfeito que faria os UAPs virem, e então capturá-los — ou tentar documentar ou gravá-los”.

Segundo o deputado, o sucesso dessa operação mudou o tom das discussões no Congresso, pois os dados apresentados eram impossíveis de serem negados.

Burlison enfatizou que o briefing foi conduzido poucos dias após o ocorrido e envolveu testemunhas altamente credíveis do setor de inteligência. O congressista também revelou que outros membros da liderança política foram informados, incluindo o líder da maioria na Câmara, Steve Scalise. A existência desse briefing confidencial sugere que o governo está compartilhando evidências mais contundentes com legisladores selecionados do que o que é normalmente divulgado ao público em audiências abertas, indicando um novo nível de seriedade no tratamento do tema.

O próprio Steve Scalise confirmou ter participado de uma sessão classificada sobre o assunto, descrevendo-a como reveladora. Ao ser questionado pelo jornalista Matt Laslo se o briefing havia sido “esclarecedor”, Scalise respondeu: “Bem, você sabe, sempre que você vai a um briefing como esse, há algumas coisas que você vê que são esclarecedoras — e isso é o máximo que eu vou dizer”. Embora Scalise não tenha confirmado explicitamente se a reunião tratava do mesmo incidente do helicóptero, a cronologia e o contexto fornecidos por Burlison apontam para uma correlação direta.

A análise técnica dos documentos liberados mostra que, apesar das pesadas rasuras para proteger identidades e locais, o núcleo da experiência permanece intacto. A menção a um “exercício” e a um “teste bem-sucedido” no mesmo dia e local das aparições é o elo mais forte com a teoria da isca tecnológica. A recusa do ODNI e do Departamento de Guerra em comentar detalhadamente o caso, conforme solicitado pelo Liberation Times, mantém uma aura de mistério sobre quais seriam os métodos específicos — sejam frequências de rádio, materiais nucleares ou assinaturas eletrônicas — usados para provocar a resposta dos orbes.

Momento em que uma das testemunhas teria registrado um helicóptero próximo a um dos objetos (fbi-photo-b7, Release 01, war.gov/UFO)
Momento em que uma das testemunhas teria registrado um helicóptero próximo a um dos objetos (fbi-photo-b7, Release 01, war.gov/UFO)

Para deixar a história ainda mais incrível, junto com todo o material há mais de três dezenas de fotos que mostram pontos quentes, frios, um helicóptero próximo a um suposto “orbe”, e até mesmo dois objetos (ou um objeto com dois pontos “quentes”) capturados em fotos.  Estranhamente, no entanto, apenas fotografias supostamente feitas pela equipe de solo foram divulgadas. Nenhum dos vídeos feitos a partir dos helicópteros foi desclassificado.

Repercussão e teses interpretativas da comunidade online

A divulgação desses documentos e os relatos sobre a operação de isca geraram um debate intenso em fóruns de discussão como o Reddit, onde internautas especulam sobre a natureza da “isca” utilizada pelo governo. Uma das teses mais populares entre os usuários sugere uma conexão de consciência, com alguns alegando que o uso de “psiónica” ou meditação poderia atrair as luzes, enquanto outros são mais céticos, apontando que o exército provavelmente utiliza sinais de rádio específicos, como a frequência de 1.6 GHz, frequentemente associada a fenômenos no Skinwalker Ranch. Há também quem tema que a operação tenha propósitos agressivos, interpretando a isca como uma forma de “caça” para obter tecnologia através de abate.

Outra linha de interpretação levantada por entusiastas foca na possibilidade de os orbes serem drones automatizados programados para responder a certos estímulos físicos, como a presença de materiais nucleares ou tecnologias de propulsão avançadas. Discussões no r/UFOs destacam o comentário de Burlison sobre o “cenário perfeito”, sugerindo que o governo pode ter descoberto a “assinatura” que desperta o interesse dessas inteligências. Enquanto alguns veem o avanço como um passo crucial para a exclusão da dúvida, outros alertam para o risco de o governo estar conduzindo uma “guerra secreta” sem aprovação pública, utilizando as operações de luring para testar armas experimentais contra alvos não identificados.

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Redação Vigília

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