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NASA capta som misterioso na superfície de Marte – Ouça agora

No início nada foi captado, entretanto, com o passar do tempo a InSight começou a perceber frequências mais altas. A descoberta foi compartilhada através do site Souncloud.

NASA capta som misterioso na superfície de Marte

Enviada pela NASA ao planeta vermelho em 2018 para analisar as atividades sísmicas, a sonda InSight registrou um som misterioso na superfície de Marte.

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A notícia foi divulgada pela agência norte-americana no último dia 1/10.

No início nada foi captado, entretanto, com o passar do tempo a InSight começou a perceber frequências mais altas e a descoberta foi compartilhada através do site Souncloud.

OUÇA:

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Som misterioso na superfície de Marte

De acordo com os cientistas responsáveis pela missão, captar atividades deste tipo na superfície de Marte não é tarefa fácil visto que o planeta favorece rajadas de vento e alterações de temperatura repentinas que provocam ruídos no equipamento.

E o sismômetro sensível da sonda, chamado Experiência Sísmica para Estrutura Interior (SEIS), pode captar vibrações tão sutis quanto uma brisa.

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Agora, os cientistas querem estudar como as ondas sísmicas desses terremotos se movem pelo interior do planeta, revelando a estrutura interna profunda de Marte pela primeira vez.

O InSight da NASA em Marte

Projetada especialmente para investigar o planeta vermelho, a sonda InSight possui mais ou menos o tamanho de um caro de passeio e pesa 357 quilos, o que é considerado pouco em relação aos outros robôs já enviados ao espaço.

Em 2018, quando chegou em Marte, a InSight encontrou um cenário bastante adverso até para pousar. A atmosfera marciana, que é bastante fina, também é espessa o suficiente para superaquecer qualquer objeto que ali adentrar.

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Por isso o equipamento teve de ser blindado para não derreter antes de chegar ao chão.

O som misterioso na superfície de Marte registrado pela sonda pode ser, segundo os cientistas, um terremoto. “Dos mais de 100 eventos detectados até o momento, cerca de 21 são fortemente considerados terremotos”, dizem. O restante também pode ser terremotos, mas a equipe científica não descartou outras causas.


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Redação Vigília

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