Mistério em Campo Largo: influenciador registra suposto objeto voador gigantesco

Na tarde e noite do último domingo, 31 de maio de 2026, o influenciador e resgatista de animais Mayk Leão documentou o que descreveu como uma nave gigantesca pairando sobre a zona rural de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O avistamento ocorreu em uma propriedade isolada no topo de uma montanha, onde o criador de conteúdo registrou, via celular, um objeto aparentemente estático com múltiplas luzes coloridas. O OVNI ficou visível por cerca de 20 minutos, na direção da encosta da Serra do Purunã, antes de supostamente iniciar um movimento em direção à sua residência.
Todo o registro foi exibido em suas redes sociais, exceto pelo momento em que o objeto teria se aproximado de sua casa. O fenômeno foi precedido por uma série de eventos anômalos, incluindo sons mecânicos (descrito “como uma engrenagem”) não identificados vindos da vegetação densa e uma intensa agitação entre os animais resgatados que habitam o sítio. De acordo com Leão, a motivação para tornar o caso público foi a estranheza do evento, que foge completamente de seu nicho habitual de trabalho, gerando um estado de perplexidade e choque emocional compartilhado com seus seguidores em transmissões ao vivo.
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Conhecido por seu trabalho com a fauna local, Mayk relatou que os primeiros sinais de anormalidade surgiram ainda durante o dia, quando percebeu um comportamento atípico em suas aves e cavalos. Os animais pareciam fixar a atenção em um ponto específico da mata, emitindo sinais de alerta que levaram o influenciador a investigar os arredores de sua propriedade.
A situação se intensificou quando Leão encontrou parte de sua cerca elétrica derrubada, sem uma explicação imediata para o que teria causado o dano físico na estrutura. O cenário de tensão foi amplificado pela percepção de sons estranhos que o observador não conseguiu associar a predadores naturais da região, como a onça-parda, que é comum na localidade.
Sinais de alerta e sons inexplicáveis na mata
A cronologia dos acontecimentos em Campo Largo sugere uma escalada de eventos que começou com ruídos descritos como metálicos e de tensão, assemelhando-se a engrenagens em funcionamento.
“Era como se fosse alguém engasgado, tipo um som de corda tensionando. Eu nunca escutei nada assim”, afirmou Mayk Leão
O som, que o influenciador também comparou a uma catraca de carro ou motor, parecia emanar de cima de sua residência, causando um impacto acústico perturbador. Vale lembrar que sons dessa natureza são frequentemente associados a aparições de OVNIs na literatura ufológica.
A agitação dos animais foi um dos fatores primordiais para que o morador percebesse que algo fora do comum estava ocorrendo no entorno de sua casa isolada. Cavalos, gansos e galinhas de angola apresentaram sinais de extremo nervosismo, correndo e relinchando de forma descontrolada como se estivessem diante de uma ameaça invisível. Embora a presença momentânea de uma motocicleta na estrada próxima tenha sido notada, o influenciador reiterou que a agitação persistiu de forma desproporcional ao tráfego comum.
Leão descreveu que, em determinado momento, sentiu como se os estalos e sons estivessem ocorrendo dentro de sua própria cabeça, sugerindo um efeito de vibração ou frequência que o deixou horrorizado.
“O estalo é algo que eu não desejo para ninguém. Sério. É muito perturbador o barulho”, descreveu ele durante uma live explicativa em suas redes sociais.
Essa percepção sensorial auditiva também é um componente recorrente em relatos de encontros próximos na literatura ufológica, frequentemente associada a fenômenos de interface psíquica. Nas redes sociais, vários usuários compararam a experiência ao trailer do filme “Dia D”, de Steven Spielberg, que deve ser lançado mundialmente no próximo dia 12 de junho, também com temática ufológica.

O avistamento de uma estrutura colossal sobre o vale
O avistamento inicial, documentado em vídeo, ocorreu ainda no final da tarde, quando a sequência de luzes surgiu sobre a linha da serra em frente ao sítio, na direção oeste. Mais tarde, em live, Mayk esclareceu que não acredita que as luzes estavam na serra. “Estava perto, no rio aqui na frente”, descreveu o influenciador. O rio que ele descreve é o Açungui, que está há pouco mais de 500 metros da residência. Apesar disso, a perspectiva do vídeo não permite determinar com exatidão se essa distância até as luzes é plausível.
O autor do registro descreveu luzes oscilando entre tons de azul, roxo e laranja. Apesar da descrição, por causa da grande distância e da resolução prejudicada pelo zoom do iPhone 15 de Mayk, é impossível, a partir da filmagem, garantir que era um objeto único ou notar esses detalhes.
Depois dos cerca de 20 minutos de duração do registro, Leão comenta seu desaparecimento e afirma que o objeto “apagou, como se fosse um pisca-pisca de led”. A seguir faz vários videos curtos comentando sua experiência, numa interrupção de quase 1h — segundo as marcações de de tempo do Instagram — quando então começaria a segunda etapa. E, a partir daqui, relato e registro ficam um pouco confusos.
No post original (disponível nos destaques de seu perfil no momemento do fechamento desta matéria), ele fica bastante agitado, descrevendo como o objeto tinha passado sobre sua casa; que “era enorme”; com uma luz vermelha ao centro. E diz que vai filmar, mas tenta fazê-lo com a câmera frontal (de selfie) e enquadrando-se na própria filmagem, o que claramente não funciona. Quando a imagem retorna e ele aponta a câmera principal do celular para o que estaria vendo, a cena mostra apenas num minúsculo ponto de luz piscando, indistinto e bastante distante.
Foi apenas posteriormente que ele ponderou que o objeto provavelmente “saiu da região do rio” em foi em direção à sua casa. No entanto, ele admitiu, em live, que essa foi uma interpretação pessoal:
“Eu acho que não é que apagou, eu acho que desceu no rio ou ‘os coisa’ que estavam aqui entraram [em sua propriedade], porque tinha algo na mata. Aí quando eu estava ali fora veio(…) um pressentimento para olhar para cima. Aí quando olhei estava passando aqui”.
Nesse deslocamento, Leão descreveu o formato do OVNI como semelhante a um olho humano ou um disco alongado, cercado de luzes e com uma luz vermelha tênue na parte de baixo, estimando seu comprimento em aproximadamente 60 metros.
“Ele era gigantesco, gente. Tinha uns 60m, no mínimo, de comprimento, porque cobriu a minha casa toda”, relatou o influenciador sobre a escala do artefato.
A ausência total de ruído de propulsão ou deslocamento de ar foi um dos pontos mais enfatizados durante o avistamento noturno. A estrutura deslocava-se em silêncio absoluto, primeiro pairando sobre o rio que corta a propriedade antes de passar diretamente acima do telhado da casa. Infelizmente, Mayk não conseguiu registrar imagens desse momento a tempo, justificando dificuldades em manter o foco devido ao nervosismo.

O impacto psicológico e as hipóteses em investigação
As reações físicas do observador após o evento teriam incluído um frio glacial intenso e tremores, mesmo em uma noite de temperaturas amenas. Leão descreveu a sensação como se estivesse dentro de uma geladeira, necessitando de múltiplas cobertas para estabilizar sua temperatura corporal após o desaparecimento do objeto. Esse tipo de reação fisiológica é frequentemente reportado em casos de proximidade com fontes de energia eletromagnética desconhecidas ou estados de choque pós-traumático.
O influenciador relatou um impacto psicológico profundo, com crises de ansiedade e uma mudança em sua percepção da realidade. Ele mencionou ter recebido mensagens de seguidores e pesquisadores sugerindo que o barulho captado em seus vídeos era idêntico a registros ufológicos internacionais de renome. “O que eu vi ontem, gente, é algo que me mudou como ser humano. Eu não preciso provar nada”, desabafou Mayk, visivelmente abalado durante sua última interação com o público.

Atualmente, o caso está sendo discutido por diversas comunidades e páginas especializadas em UFOs nas redes sociais, que tentam filtrar as imagens em busca de evidências que comprovem uma anomalia ou produzam uma explicação para o vídeo. Enquanto isso, Mayk lida com a repercussão massiva e ataques de ceticismo, mantendo sua posição de que o que testemunhou foi uma experiência extraordinária e real. Ele optou por retirar a localização exata de sua residência das redes sociais após receber ameaças e tentativas de invasão por parte de curiosos.
Várias equipes de pesquisadores estão analisando o caso e, embora sugestivo e impactante, as informações disponíveis sobre o fenômeno ainda não permitem descartar completamente a possibilidade de que as luzes na encosta da Serra do Purunã sejam resultado de um encontro ou evento envolvendo veículos, tais como carros, motos ou bicicletas, de natureza comum, na localidade. A grande distância e a condição emocional da testemunha diante dos acontecimentos ao longo da tarde poderiam influenciar sua percepção de proximidade.
O mapa de satélite da região mostra que toda a área é bastante entrecortada por trilhas e pequenas estradas de terra, com espaços abertos que permitiram a concentração de pessoas, apesar do autor afirmar de forma compreensivelmente emocionada que “não tem nada ali”.
Já a segunda parte do registro, não corrobora o relato de um grande objeto sobre a propriedade. Além da lacuna de tempo, o vídeo dessa etapa mostra uma pequena luz indistinta piscando a altitude desconhecida que, para efeito de análise, é difícil distinguir de um avião (considerando-se apenas a imagem em si). O Portal Vigília entrou em contato com o influenciador Mayk Leão na tentativa de esclarecer alguns pontos de seu relato e aguarda um retorno através das redes sociais.







