Pesquisador obtém imagens exclusivas de óvni que atacou indígenas no Acre

Imagens de um óvni que atacou indígenas no Acre entre 2013 e 2014 foram obtidas com exclusividade pelo pesquisador e ufólogo Rony Vernet.
Elas são cópias (frames) de um vídeo de aproximadamente dois minutos que mostra o óvni durante o sobrevoo nas proximidades da aldeia Apiwtxa, que fica já na divisa do Brasil com o Peru.
O vídeo foi feito por uma estudante de doutorado em antropologia no dia 30 de julho de 2014 e entregue à Polícia Federal.
O óvni aparentemente em formato esférico, possui tonalidades verdes e vermelhas e parece aumentar e diminuir de tamanho enquanto voa.
O Portal Vigília conversou com o pesquisador sobre suas descobertas. Segundo Rony, deve levar um tempo ainda até que o vídeo em si seja liberado na íntegra. Ele espera que novas informações sobre os ataques sejam reveladas em breve.
Em sua conta na rede social Instagram o pesquisador publicou vários frames extraídos do registro do óvni.
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Óvni atacou indígenas no Acre
Entre os anos 2013 e 2014 indígenas da aldeia Apiwtxa, localizada no Acre, foram atacados por objetos voadores não identificados.
Por meio da Lei de Acesso à Informação Rony conseguiu três documentos oficiais da Funai sobre os incidentes. À época dos acontecimentos o líder indígena Benki Piyãko pediu ajuda às autoridades dizendo que a aldeia corria riscos.
“Trata-se de uma esfera de cerca de 4 metros de diâmetro, que dispara feixes de luz, geralmente na cor azul”, descreveu Benki Piyãko.
“Solicito à Funai que intervenha, junto à Polícia Federal e ao Exército, para tomar uma medida de observação para a identificação do objeto, já que a comunidade encontra-se em estado de insegurança”, pediu.
Semelhante à Operação Prato
A descoberta do incidente envolvendo os Apiwtxa parece indicar um padrão semelhante ao da Operação Prato, ocorrido na região do Pará em 1977.
Entre outubro e dezembro de 1977 o 1º Comando Aéreo Regional, órgão da Força Aérea Brasileira, foi enviado aos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá, no Pará, porque relatos davam conta de que moradores estavam sendo feridos por luzes disparadas pelos óvnis.
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As luzes causavam queimaduras de 1º grau microperfurações nos corpos e a médica de Colares, Dr. Wellaide, então com 24 anos, atendeu a vários pacientes no posto de saúde com outros sintomas como crise nervosa, cefaleia, astenia, amortecimento parcial do corpo (paresia), tremores generalizados, tonturas, etc.